O Pontes para o Mundo, programa de vivência acadêmica internacional da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, selecionou estudantes da rede pública para uma experiência de 13 a 16 semanas no exterior.
Na edição de 2026, a avaliação de idiomas foi uma etapa decisiva do processo seletivo.
Avaliar, em grande escala, se os estudantes tinham a proficiência necessária para participar de uma experiência acadêmica realizada em outro idioma.
Mais do que atribuir uma nota, era preciso garantir critérios consistentes, comparáveis e adequados à decisão que seria tomada a partir do resultado.
No Pontes para o Mundo, proficiência não era apenas uma informação sobre o estudante.
Era um dado necessário para responder a uma pergunta concreta:
É assim que a Insigna entende avaliação: não como um fim em si mesma, mas como uma ferramenta de desenvolvimento que fornece informações confiáveis para tomadas de decisão certeiras.
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